O ciclo de uma campanha, da ponta a ponta
01Em uma frase #sec_b8b4c57e
Uma campanha vai de uma intenção — « quero certificar isto » — a uma prova oposável, passando por decisões humanas que nenhum automatismo substitui.
02A coleta, antes de tudo o mais #sec_756f1a3f
Nada se certifica sem dados. O administrador da subscrição liga uma conexão à fonte — um tenant Microsoft 365, por exemplo — e a coleta obtém o estado real: os grupos e seus membros, os espaços e seus proprietários, as datas de última atividade, as partilhas.
Esta coleta não é uma foto única. Ela é reproduzida, e é isso que permite dizer que um acesso ainda está lá no momento em que o certificamos, e não que ele estava lá há seis meses.
03A intenção: o que, e de acordo com qual regra #sec_a537ce1e
O administrador do workspace abre Campanhas › Nova campanha. O primeiro ecrã coloca a única pergunta que comanda todo o resto: o que quer certificar?
Ele escolhe um âmbito técnico — uma solução, um workload, um recurso — depois uma política. Cinco famílias:
| Política | O que ela interroga |
|---|---|
| Inatividade | Os acessos inativos: ainda utilizados, ou a remover? |
| Membresia | Quem tem acesso a quê, e isso ainda é justificado? |
| Propriedade | Quem é responsável por este recurso? |
| Permissões | Os direitos concedidos estão ao nível correto? |
| Privacidade | A visibilidade deste recurso é a que se acredita? |
A escolha da política não é cosmética: determina os critérios que o revisor verá, a forma da sua decisão, e os revisores elegíveis.
04O resto da configuração #sec_f69bcd11
O assistente conta sete etapas, e recusa avançar enquanto a anterior estiver incompleta.
- Intenção — o âmbito técnico e a política
- Identidade — o nome da campanha, aquilo por que a reconheceremos daqui a seis meses
- Âmbito — o que incluímos exatamente, e o que excluímos
- Revisores — quem decide: o gestor, o proprietário do recurso, uma lista nomeada
- Cadência & comunicação — o prazo, os lembretes, as mensagens
- Regras de certificação — o que vale decisão, e o que bloqueia
- Rever & lançar — a revisão antes do armamento
O último ecrã merece seu nome: uma vez lançada, uma campanha produz consultas, e uma consulta é endereçada a alguém.
05As decisões #sec_1cf93f85
Cada revisor designado recebe seu arquivo no REVIEW Center. Para cada recurso, o ecrã enuncias três coisas, distintamente:
- O critério — o que a política espera
- O observado — o que a coleta obteve
- A decisão — o que o revisor atesta
Uma decisão exige uma justificativa escrita. Não é um campo decorativo: é ela que, daqui a um ano, explicará a um auditor por que esse acesso foi mantido.
06O que acontece quando ninguém decide #sec_a9a76277
Uma campanha não espera indefinidamente. O administrador do workspace vê seus atrasos em Pilotagem e no Centro de alertas, lembra, redistribui, delega.
O que ele não pode fazer é decidir no lugar. Uma campanha que termina com consultas sem decisão termina assim, e o relatório o diz.
07A prova #sec_0e5b28dd
Ao fecho, o que resta não é um painel de controlo: é um dossiê de certificação. Quem decidiu o quê, quando, com base em quê e com que justificação.
O trilho de auditoria que o suporta é append-only: escreve-se, não se reescreve. É isso que distingue uma prova de um relatório.
08E depois #sec_0de1c4d8
Uma recertificação não é um projeto, é um ritmo. Uma campanha fechada chama a seguinte, e o valor do produto reside menos na primeira campanha do que na décima — quando a comparação entre duas passagens se torna possível.
09A reter #sec_fac9e6a3
Coletar, escolher uma regra, designar quem responde, deixar decidir, provar. Cinco etapas, e apenas uma é automatizável — a primeira.