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ConceitoAtualizada · verificada em 29 agosto 2026

O ciclo de uma campanha, da ponta a ponta

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01Em uma frase #sec_b8b4c57e

Uma campanha vai de uma intenção — « quero certificar isto » — a uma prova oposável, passando por decisões humanas que nenhum automatismo substitui.

02A coleta, antes de tudo o mais #sec_756f1a3f

Nada se certifica sem dados. O administrador da subscrição liga uma conexão à fonte — um tenant Microsoft 365, por exemplo — e a coleta obtém o estado real: os grupos e seus membros, os espaços e seus proprietários, as datas de última atividade, as partilhas.

Esta coleta não é uma foto única. Ela é reproduzida, e é isso que permite dizer que um acesso ainda está lá no momento em que o certificamos, e não que ele estava lá há seis meses.

03A intenção: o que, e de acordo com qual regra #sec_a537ce1e

O administrador do workspace abre Campanhas › Nova campanha. O primeiro ecrã coloca a única pergunta que comanda todo o resto: o que quer certificar?

Ele escolhe um âmbito técnico — uma solução, um workload, um recurso — depois uma política. Cinco famílias:

PolíticaO que ela interroga
InatividadeOs acessos inativos: ainda utilizados, ou a remover?
MembresiaQuem tem acesso a quê, e isso ainda é justificado?
PropriedadeQuem é responsável por este recurso?
PermissõesOs direitos concedidos estão ao nível correto?
PrivacidadeA visibilidade deste recurso é a que se acredita?

A escolha da política não é cosmética: determina os critérios que o revisor verá, a forma da sua decisão, e os revisores elegíveis.

04O resto da configuração #sec_f69bcd11

O assistente conta sete etapas, e recusa avançar enquanto a anterior estiver incompleta.

  1. Intenção — o âmbito técnico e a política
  2. Identidade — o nome da campanha, aquilo por que a reconheceremos daqui a seis meses
  3. Âmbito — o que incluímos exatamente, e o que excluímos
  4. Revisores — quem decide: o gestor, o proprietário do recurso, uma lista nomeada
  5. Cadência & comunicação — o prazo, os lembretes, as mensagens
  6. Regras de certificação — o que vale decisão, e o que bloqueia
  7. Rever & lançar — a revisão antes do armamento

O último ecrã merece seu nome: uma vez lançada, uma campanha produz consultas, e uma consulta é endereçada a alguém.

05As decisões #sec_1cf93f85

Cada revisor designado recebe seu arquivo no REVIEW Center. Para cada recurso, o ecrã enuncias três coisas, distintamente:

  • O critério — o que a política espera
  • O observado — o que a coleta obteve
  • A decisão — o que o revisor atesta

Uma decisão exige uma justificativa escrita. Não é um campo decorativo: é ela que, daqui a um ano, explicará a um auditor por que esse acesso foi mantido.

06O que acontece quando ninguém decide #sec_a9a76277

Uma campanha não espera indefinidamente. O administrador do workspace vê seus atrasos em Pilotagem e no Centro de alertas, lembra, redistribui, delega.

O que ele não pode fazer é decidir no lugar. Uma campanha que termina com consultas sem decisão termina assim, e o relatório o diz.

07A prova #sec_0e5b28dd

Ao fecho, o que resta não é um painel de controlo: é um dossiê de certificação. Quem decidiu o quê, quando, com base em quê e com que justificação.

O trilho de auditoria que o suporta é append-only: escreve-se, não se reescreve. É isso que distingue uma prova de um relatório.

08E depois #sec_0de1c4d8

Uma recertificação não é um projeto, é um ritmo. Uma campanha fechada chama a seguinte, e o valor do produto reside menos na primeira campanha do que na décima — quando a comparação entre duas passagens se torna possível.

09A reter #sec_fac9e6a3

Coletar, escolher uma regra, designar quem responde, deixar decidir, provar. Cinco etapas, e apenas uma é automatizável — a primeira.

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